terça-feira, 20 de setembro de 2011

Na medida da vida...



Em batimento decimais

Lá onde o tempo faz espera,
em dias de intermináveis sóis poentes,
o silêncio e a poesia confabulam,
dançam num abraço apertado,
tece paciente uma alegria que
não está no mapa!
Atravesso os tons de gris
desta gélida pintura urbana.

F.G.C

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